quarta-feira, 20 de maio de 2015
Museu de Armas e Brasões
O museu reúne uma coleção de símbolos da nobreza da região. A formação da urbe remonta a 1696, quando foi criada a Freguesia de Magepe, elevada à categoria de cidade em 1857. Pela sua situação geográfica, tornou-se parte do itinerário que desbravava as regiões do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.
Um lugar agradável, para quem gostam de conhecer a história do seu município.
Rua Francelina Ullmann, 682 – SacoMagé RJ
terça-feira, 19 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Museu a céu aberto na cidade em que estudamos 3: Magé abriga também parte da historia cultural e religiosa do país.
Magé
contempla também parte da história cultural e religiosa do país
As margens da Estrada da
Piedade, o Poço Bento Padre José de Anchieta é uma homenagem ao beato que teria
benzido suas águas para salvar a população de Magé de uma epidemia causada pela
água salobra, em meados do século XVI. A febre que assolava o povoado teria
cessado depois que o mageense passou a tomar a água benta. Revestido
de azulejos, com altar, cobertura de cimento e oito pilastras em alvenaria, o
poço é procurado por devotos da região. Ao seu lado, há uma igreja
que abriga painel da Via Sacra, em óleo sobre madeira.
Hoje,
a devoção que já era grande cresceu muito entre os católicos, pois no ano de
2014 o Beato José de Anchieta foi canonizado pelo Papa Francisco. Desde então
as visitações ao local cresceram consideravelmente e, de fato podemos dizer que
tal local é também um verdadeiro museu a céu aberto e que todos podem visitar
de forma gratuita.
Para
os interessados em fazer uma visita o parque que abriga o Poço Bento fica na Estrada
Antiga Estrada da Piedade, Magé - Rio de Janeiro
Museu a céu aberto na cidade em que estudamos 2: A primeira estrada ferroviária do Brasil está em Magé e você pode visitar.
Em
Magé, no distrito de guia de Pacobaiba ainda podemos ver com os nossos próprios
olhos a 1ª estrada de ferro do Brasil. No entanto, tal patrimônio histórico do
Brasil infelizmente está desativada, ficando aberta somente para visitação.
Sendo assim, devido aos anos de abandono e descaso vindo
das autoridades locais e políticos das
mais diversas esferas tal patrimônio vinha sendo pouco explorado e,
conseqüentemente parte desta área foi até invadida por moradores que
construíram casas e estabelecimentos em grande parte deste local histórico.

Situada no município de Magé, Estrada
de Ferro Mauá, como é conhecida hoje é, oficialmente denominada Imperial
Companhia de Navegação a Vapor e Estrada de Ferro de Petropolis, foi a
primeira ferrovia a ser estabelecida no Brasil.1
Foi inaugurada em 30 de abril de 1854
em seu trecho inicial, ligando o Porto de Mauá a Fragoso, no Rio de Janeiro, num trecho de 14,5 km. Mais
tarde foi prolongada, chegando a 15,19 km. Foi construída pelo empreendedor brasileiro
Irineu
Evangelista de Sousa,
o visconde de Mauá.
O
trecho ferroviário seguia da Estação
Guia de Pacobaíba
(antiga Estação Mauá, a estação recebeu esse nome após ser arrendada pela Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará), no atual município de Magé, até Fragoso, localidade de Inhomirim, também
conhecida como Raiz da Serra.
A
extensão até Raiz da Serra (Vila Inhomirim) se deu em 1856,
onde se iniciaria a subida por cremalheira para Petrópolis, e Areal,
somente 30 anos mais tarde. Em 1962 o tráfego entre Pacobaíba e Piabetá foi suprimido. Em 1964, foi a vez do
trecho de Vila Inhomirim a Três Rios ser desativado. Entretanto, ainda resta um
pequeno trecho da primeira ferrovia do Brasil com tráfego de trens (trens de
subúrbio operados pela Supervia, em uma extensão de sua linha que
termina em Saracuruna) entre Piabetá e Vila Inhomirim.

Museu a céu aberto na cidade em que estudamos: O patrimonio cultural mageense traduzido na história de geração em geração.
MARIA CONGA
BREVE
HISTÓRICO
Segundo a história, Maria Conga
nasceu na África, em 1972. Junto com a família, chegou ao num navio negreiro,
em 1804, desembarcando na Bahia.
Separada dos pais e dos irmãos, foi
vendida para um senhor de engenho em Salvador e batizada com o nome de Maria da
Conceição. As 18 anos, chegou a Magé após der vendida para um alemão no porto
de Piedade. Com 24 anos, foi vendida novamente. Desta vez, para o conde alemão
Ferndy Von Scoider. Maria Conga ganhou a liberdade 11 anos depois.
Aos 35, ela fundou o quilombo para
proteger os refugiados.Aos mais próximos, contava ter sido estrupada pelo
senhor de engenho e que ele tinha tomado o corpo dela, mas não a alma. Morreu
em 1885. Em 1988, Magé proclamou Maria Conga heroína da cidade.
Hoje a comunidade da Maria Conga,
fica oficialmente dentro do bairro da Vila Nova, e preserva algumas
características bem particulares da historia vivida no local.
A
comunidade Quilombola é organizada e
possui trabalhos comunitários para todas as faixas etárias do bairro. Além
disso, possui um pequeno acervo com documentos, fotos
e documentários que são preservados pela associação das famílias que moram no
local.
Indicamos
ainda o vídeo(www.youtube.com/watch?v=NQOKKE2hkqc)
que conta com dados históricos e testemunhos das pessoas que residem na
comunidade quilombola até hoje que traduz o orgulho e o sentimento daqueles que
continuam dando vida a está história tão significativa para Magé e toda região.
Fonte: Ivone Bernardo(Membro da comunidade e
Coordenadora de Igualdade Racial da Prefeitura Municipal de Magé.
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