MARIA CONGA
BREVE
HISTÓRICO
Segundo a história, Maria Conga
nasceu na África, em 1972. Junto com a família, chegou ao num navio negreiro,
em 1804, desembarcando na Bahia.
Separada dos pais e dos irmãos, foi
vendida para um senhor de engenho em Salvador e batizada com o nome de Maria da
Conceição. As 18 anos, chegou a Magé após der vendida para um alemão no porto
de Piedade. Com 24 anos, foi vendida novamente. Desta vez, para o conde alemão
Ferndy Von Scoider. Maria Conga ganhou a liberdade 11 anos depois.
Aos 35, ela fundou o quilombo para
proteger os refugiados.Aos mais próximos, contava ter sido estrupada pelo
senhor de engenho e que ele tinha tomado o corpo dela, mas não a alma. Morreu
em 1885. Em 1988, Magé proclamou Maria Conga heroína da cidade.
Hoje a comunidade da Maria Conga,
fica oficialmente dentro do bairro da Vila Nova, e preserva algumas
características bem particulares da historia vivida no local.
A
comunidade Quilombola é organizada e
possui trabalhos comunitários para todas as faixas etárias do bairro. Além
disso, possui um pequeno acervo com documentos, fotos
e documentários que são preservados pela associação das famílias que moram no
local.
Indicamos
ainda o vídeo(www.youtube.com/watch?v=NQOKKE2hkqc)
que conta com dados históricos e testemunhos das pessoas que residem na
comunidade quilombola até hoje que traduz o orgulho e o sentimento daqueles que
continuam dando vida a está história tão significativa para Magé e toda região.
Fonte: Ivone Bernardo(Membro da comunidade e
Coordenadora de Igualdade Racial da Prefeitura Municipal de Magé.
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